Temas urgentes e transformadores

A programação teve início com a palestra de Fernanda Lordelo, que abordou o tema “Infância sem racismo: equidade, proteção e responsabilidade institucional”, provocando reflexões profundas sobre o papel das instituições na construção de ambientes seguros e antirracistas.

Na sequência, Alessandro Marimpietri conduziu o público por uma instigante análise em “Manual de Desinstrução para Tempos de Incertezas: um lugar para diversidade”, destacando a importância do pensamento crítico e da valorização das múltiplas identidades no contexto educacional.

A cultura popular ganhou protagonismo com Sálua Chequer, que encantou os participantes ao tratar de “Brincar, dançar, cantar – a cultura popular na formação de crianças e adolescentes”, reforçando a potência das tradições culturais como ferramentas formativas.

No terceiro dia, Antonio Marques e Ana Beatriz Santana trouxeram contribuições essenciais sobre “Educação Inclusiva na Prática: desafios, escutas e possibilidades reais através das artes”, compartilhando experiências concretas que fortalecem a inclusão por meio da expressão artística.

Encerrando a Jornada, Ana Emanuela Rossi apresentou o tema “ECA Digital”, promovendo uma importante discussão sobre os direitos das crianças e adolescentes no ambiente virtual, à luz do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Participação e fortalecimento institucional

Além da equipe interna, a Jornada contou com vagas destinadas ao público externo, ampliando o diálogo com educadores e profissionais da rede, o que reforçou o papel da Hora da Criança como referência em arte-educação e defesa dos direitos das infâncias.

A expressiva participação, o envolvimento do público e a qualidade das discussões confirmaram a relevância da Jornada como espaço de formação, alinhamento institucional e renovação de propósitos.

Seguimos convictos de que educar é um ato de esperança e responsabilidade coletiva.
E, para nós, hoje e sempre: toda criança é uma possibilidade.